Dia 44: Feliz aniversário, pai!

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Dia 43: Alguém traz meu 2008 de volta?

Acabei de sair de uma insanidade e uma matança de saudades. Um ano depois, lá estava eu com a Bá e a Cumi na Savassi. Quase um déjà vu.

A Bá está em fase final de mestrado, então sumiu da nossa vida. E quando a gente pensa que ela vai parar cinco minutos pra respirar, a gente descobre que, nem bem ela defendeu a dissertação, já está fazendo inscrição pro doutorado. É masoquista, tadinha.

A Cumi tá na vida boa do primeiro ano. Só nas calouradas! Ê, loira!

Espero que não leve mais um ano pra gente se ver de novo. Saudade do tempo bom.

P.S.: Ainda faltam Anika e Rachel. Come back! : (

Dia 42: BrNTM

Eu perdi meio episódio, porque estava conversando com o pessoal de casa, mas vi o suficiente pra ficar chocada. Nem deveria, né? Mas fiquei. Foi um festival homofóbico que deixaria Fred Phelps orgulhoso. O que me fez repensar muito gente com quem eu simpatizava.

A boa notícia do dia é que a orelhuda-veneninho saiu, finalmente. Tava toda cheia de si, confiante de que a Giovahnna ia sair primeiro, e se deu mal. Aliás, a Giovahnna tá precisando se cuidar. Segunda semana seguida na quase eliminação não é mole, hein?

Bia está grávida. Essa foi inesperada. E, pelo que fiquei sabendo, a Fabiana assumiu a homossexualidade na semana passada. Oi? Como assim? Gente, eu assisti o programa duas vezes, como não vi isso!? Aí vi em outro lugar que a Mírian também assumiu – e diversas pessoas têm chegado ao blog através dessa busca -, mas eu não vi nada ‘oficial’ sobre isso. A verdade é que estou boiando sobre essas fofocas. Vou precisar ver a reprise desse episódio.

Sobre os desafios, não vi o primeiro. O segundo, o dos vídeos, foi decepcionante. Quando vi a chamada, achei lindo, pensei que iria ser ótimo. Mas foi uma tristeza só. O único vídeo bom, na minha opinião, foi o da Tatiana.

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As melhores da semana foram:

Bia. Grávida, mas não desistiu. Vai continuar no programa e parece mais animada do que nunca. Ponto para os pais, também, que reagiram bem.

Bruna. Continua chorando, mas pelo menos não deu show.

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As piores:

Rafaela. E tá fora. Coitada. Há.

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Precisam acordar:

Giovahnna. Tá muito frágil no programa. É hora de ignorar o resto e focar em si mesma. Creio que não sobrevive a mais um ‘paredão’.

Tatiana. Tem melhorado muito nos ensaios e eu fiquei surpresa com o de hoje. Mas está virando a Rafaela 2. A quantidade de coisas homofóbicas que disse hoje não foi nada bonita.

Dia 41: Rapidinhas

Meus posts não têm nada a ver um com o outro. A Raquel disse isso. E é verdade. Não têm, nem nunca foi minha intenção que tivessem. Esse blog foi feito pra que eu postasse qualquer coisa que estivesse na minha cabeça, que fosse um fato importante (ou não) do dia, que eu gostasse. Enfim, escrever. Ou não. Postar. E é isso. Os posts são desconexos como os meus pensamentos. Não tem monotonia.

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A imagem que está no header do blog não tem nada a ver com o ‘nariz romano, alma castreja’. Não é uma imagem romana, e sim cretense. É um dos afrescos do Palácio de Knossos, e eu só coloquei porque é uma pintura que eu adoro. A civilização minoana é definitivamente uma das minhas favoritas, e essa figura tem de especial o fato de mostrar três mulheres com os seios de fora – o que não aparece aqui no template, mas pode ser visto aí embaixo -, coisa que era comum em Creta e uma das coisas que dizem muito sobre essa civilização.

Knossos_fresco_women2

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Eu estou há tempos namorando o Tumblr, e hoje não aguentei: abri uma conta. E já joguei várias coisas lá, além de repostar coisas interessantes de pessoas que eu estou seguindo. Digam um oi por lá.

Dia 39: Sobre os Bastardos

Eu tenho visto muitos comentários ruins sobre o Bastardos Inglórios. Muitos mesmo. E não é nem uma coisa homogênea; cada um faz um comentário aleatório. Já vi gente dizendo que os Bastardos eram dispensáveis no filme, que é muito longo, que é muito violento, que é muita viagem, que o Brad Pitt está um lixo.

De minha parte, posso dizer que gostei de cabo a rabo. Não acho os Bastardos dispensáveis – embora a história da Shoshana seja por si só interessante -, não é nem de longe muito longo e é bem menos violento do que eu imaginava.

E olha que não estou dizendo isso por ser fã do Tarantino, porque eu não sou. Gosto de Kill Bill Vol. I e olhe lá. Mas eu estou esperando esse filme, em particular, há muito tempo, e posso dizer com segurança que não me decepcionou. Muito pelo contrário. E pelamordedeus, não reclamem que não é um filme histórico, porque não é e nunca pretendeu ser. É um Tarantino, oras.

E esse Cannes que o Christoph Waltz ganhou foi muito merecido, diga-se de passagem. Ele ficou tão cretino que eu mesma queria dar uns sopapos nele.

A cena em que eu mais ri foi definitivamente a do italiano. Impagável. Ri muito da cara de pastel do Brad Pitt.