Dia 145: A potra assassina*

Lembram da Mel? Pois é, quando ela chegou aqui, era desacreditada. Ninguém achava que ela sobreviveria por conta de uma doença dermatológica não identificada que, depois de dias de veterinários e remédios, foi curada com babosa.

Ela tem de três pra quatro meses, o tamanho de um pônei e descobri que é de ferro, porque não se pode encontrar outra explicação para o fato de ainda estar viva. Até o momento, ela já ingeriu um comigo-ninguém-pode inteiro, um décimo da casinha de madeira, ferrugem, pedra, produtos de limpeza, tecido, linha e espuma (de recheio).

Não bastasse isso, hoje descobri que ela adicionou outro prato ao cardápio variado. Quando fui ao fundo de casa, ela olhou pra mim toda contente. Só vi duas perninhas de pássaro saindo da boca dela. Do outro lado, outro pássaro decapitado. Gracinha, essa minha filha.

*Às vezes o pessoal acha que eu tô falando de uma potra de verdade no Twitter, mas é só o jeito que eu a chamo, porque minha mãe brinca que ela vai ficar do tamanho de um cavalo.

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6 pensamentos sobre “Dia 145: A potra assassina*

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