Dia 195: Ad aeternum

Alguém me pediu pra comentar a entrevista da Susan Pinker na Folha, mas, quer saber? Não vou. Por quê? Porque eu já comentei esse discurso aqui. Não tem diferença. São os mesmos argumentos, só com outras palavras.

Só me assusta quando ela fala de exceções. Porque exceção era a mulher que não queria ter filhos há cinquenta anos. Ou o gay assumido há vinte. Eu, que não me encaixo no padrão de mulher dela, em pleno 2010 não quero ser exceção, quero ser possibilidade.

Susan Pinker é só a nova Camille Paglia.

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