Sól er landa ljóme; lúti ek helgum dóme…

Tenho um amigo curioso. Constantemente mete o dedo nas minhas feridas – e inevitavelmente nas das pessoas quese relacioam comigo – perguntando o que, por que, onde, quando.  Eu me zango. Certas coisas a gente deixa lá no canto, por uma série de motivos. Mas o fato é que é lindo ele se importar.

Porque de uma hora pra outra todo mundo cobra que o mundo mostre cicatrizes, mas ninguém nunca pergunta. Aliás, pra quê? Algumas coisas a gente partilha e resolve junto; outras, não tem jeito, são demônios nossos, e só a gente pode resolver. Falar nem sempre é solução.

Tanta cagação de regra, e o mundo só precisa de silêncio.

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P.S.: Tô bem. Isso não é pra ser um texto depressivo. São só algumas coisas que eu andei considerando.

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