#BigodeDay

Ao contrário de 70% da humanidade, eu não tenho problema com aniversários. Sei lá, né? Vai ver, quando eu fizer 30, 40, 50, vai bater uma crise, mas por enquanto eu acho é bom. A dureza, pra mim, é passar longe da família. Tudo bem que eu já falei com cada membro dela umas três vezes hoje, mas nada substitui abraço de mãe, vó e pai.

Ontem, na virada do dia, eu estava num maravilhoso clima melancólico já antecipando a solidão do dia, quando a @carlamaia me arrancou uma risada. Todo aniversariante no Twitter vira o dono do seu dia. #MariaDay. #JoãoDay. #XuxaDay. E eu tava esperando que fosse surgir, no máximo, um #TatáusDay. Ledo engano. Meu dia virou o #BIGODEDAY!

Pra quem não conhece a brincadeira interna, há algum tempo surgiu um rumor de que eu tenho fetiche por bigodes. Tudo baseado num comentário inocente e mal interpretado e obviamente exagerado pela oposição. Como era mais fácil me juntar a eles do que vencê-los, a brincadeira acabou ficando gigante, a ponto de eu receber bigodes no Twitter todos os dias.

Veio daí a brincadeira. Eu entrei na onda do #BigodeDay e coloquei um avatar de bigode. E, um a um, começando pela dona Carla, meia timeline desenvolveu pelos faciais. Até quem não sabia do que a brincadeira se tratava. Até quem não me conhecia. Teve Belchior, Magnum, Olívio Dutra. Até caneca de bigode eu ganhei.

Então eu quero agradecer demais a quem alegrou meu dia nublado. Obrigada pelos parabéns, pelos abraços virtuais, pelos desejos de mais rugby na vida e, principalmente, pelos bigodes. Vocês são lindos. Até peludos.