Dia 39: Sobre os Bastardos

Eu tenho visto muitos comentários ruins sobre o Bastardos Inglórios. Muitos mesmo. E não é nem uma coisa homogênea; cada um faz um comentário aleatório. Já vi gente dizendo que os Bastardos eram dispensáveis no filme, que é muito longo, que é muito violento, que é muita viagem, que o Brad Pitt está um lixo.

De minha parte, posso dizer que gostei de cabo a rabo. Não acho os Bastardos dispensáveis – embora a história da Shoshana seja por si só interessante -, não é nem de longe muito longo e é bem menos violento do que eu imaginava.

E olha que não estou dizendo isso por ser fã do Tarantino, porque eu não sou. Gosto de Kill Bill Vol. I e olhe lá. Mas eu estou esperando esse filme, em particular, há muito tempo, e posso dizer com segurança que não me decepcionou. Muito pelo contrário. E pelamordedeus, não reclamem que não é um filme histórico, porque não é e nunca pretendeu ser. É um Tarantino, oras.

E esse Cannes que o Christoph Waltz ganhou foi muito merecido, diga-se de passagem. Ele ficou tão cretino que eu mesma queria dar uns sopapos nele.

A cena em que eu mais ri foi definitivamente a do italiano. Impagável. Ri muito da cara de pastel do Brad Pitt.

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