Dia 84: Contagem regressiva oficial!

Faltam 14 dias para as férias.

Ontem o Marcos e eu fizemos aquela pilha bonita de louça na pia. As quintas-feiras aqui em casa são as Quintas do Terror, porque tudo o que puder ser desarrumado será, já que a Marília vem dar uma de mãe na sexta-feira. Só que hoje nós tomamos nosso FAIL. A Marília foi ao médico e faltou. Obviamente, a pia continua lá, bonita e cheia de louça, e vai ficar assim até alguém tomar coragem – ou até a Marília aparecer na segunda-feira. Argh.

O fim de semana promete. Promete muito serviço. Seremos bons companheiros de internet. Acompanhem meu sofrimento em tempo real pelo Twitter. Se quiserem mandar mensagens de apoio, fiquem à vontade nos comentários. Comida, dinheiro, presentes e prostitutos, contatem pelo e-mail, que a gente resolve.

Bom fim de semana pra quem pode. Pras irmãs e irmãos de sofrimento de graduação, continuamos na luta! 14 dias, companheiros!

P.S.: Pros UFMG-istas de plantão: não se esquecem da matrícula. Começou hoje.

Dia 67: Meh…

No fim das contas, eu não fui à aula. Peguei no sono. E foi até melhor, porque fiquei sabendo que todo mundo foi liberado às 10h. Qual é, se eu fosse pra aula às 5 da matina pra ser liberada mais cedo, iria ter um troço. Ainda bem que dormi.

Dia bem mais ou menos. Acho que fico meio deprê quando volto de casa. Mas estou sozinha na casa de cá, e confesso que acho bom. Ter a casa vazia é bom, às vezes. Dá pra pensar e ficar mais à vontade do que quando está cheia de gente transitando.

Estou na expectativa para o fim de semana. Vai rolar o LuluzinhaCamp aqui em BH. Vai ser no sábado (21), das 14h às 19h, no Restaurante Mosteiro. Outras informações e o link para inscrições, aqui.

Dia 66: Em Beagá

Post muito atrasado, mas como acabei de chegar em casa e ontem não tive tempo de postar, vou deixar assim mesmo.

Cheguei há uma hora em BH. Completamente inesperado. Eu costumo viajar em dias de estrada lotada, então nunca chego antes das 6:00. Gosto de chegar a essa hora, porque posso ir direto pro campus. Agora que cheguei mais cedo, tive que vir pra casa e, aqui, já me bateu o sono. Estou acabada e sem um pingo de vontade de sair de novo para a aula.

Acho que vou dormir uns quinze minutos.

Dia 18: Mudando tudo na última hora

Eu sou uma coisa. Passei três semanas ensaiando pra falar com a professora de Patrimônio sobre o meu projeto final. Três semanas em que nunca dava tempo. Aí hoje fui lá, falei, falei, falei. Ela ficou empolgada, deu dicas. E quarenta minutos depois eu tinha mudado de idéia.

Não, espera. Também não é assim. Não é exatamente que eu tenha mudado de idéia, mas eu tive um estalo sobre outra possibilidade. Eu sou lerda, porque era a coisa mais óbvia do mundo pra fazer, uma vez que eu já tenho material. E muito mais interessante e menos repetitiva. Né, porque vamos combinar, ‘imigração italiana’ é tema de todo ano. E embora eu goste da imigração em geral, eu não teria o mesmo coração pra falar de Belo Horizonte que eu tenho pra falar de São Paulo.

Então é isso. Me atolei num troço que vai dar um trabalho do cão, ainda que eu tenha achado mais material disponível do que achei que acharia no começo.

E vô Scavazzini, não se cadê você, mas dá uma mão, né, poxa! Tá achando que é só ficar olhando daí de cima?

Dia 10: Pacatez

Noites de domingo são deprimentes. Na mesma medida em que noites de quinta são felizes. O dia foi manso, sem muita novidade. Ouvindo música, conversando com as meninas do Fucking Dyke. Já, já vou sair pra tomar um ar fora desse apartamento quente dos infernos. Convite do Marcos.

Ontem eu fiz o favor de jogar meu notebook no chão. Era ele ou minha boca na beirada da cama*. Minha mãe disse: “A BOCA!” Amor de mãe é tudo.

*Gente, eu sou nerd, mas banguela é muito.