Dia 72: LuluzinhaCamp e outras coisas

Dia cheio. Hoje aconteceu a 2ª edição do #LuluzinhaCamp em BH.

Foi ótimo! Conheci gente com quem conversava há séculos e não sabia quem era. Outras que eu lia e não sabia que eram daqui. E mais um tanto de blogueiras novas que eu vou passar a ler.

O garçom que nos atendeu entrou na brincadeira e foi simpaticíssimo, mas imagino as altas coisas que devem estar passando pela cabeça dela agora, depois de ter ouvido os assuntos que saíram por lá.

Antes de eu vir embora – porque, se bobear, elas estão lá até agora -, houve ainda um sorteio de brindes, que foi o máximo. Eu ganhei a graphic novel Mas ele diz que me ama, que a Cynthia levou. [Pras meninas que estavam pedindo scans das obras, achei o download desta aqui.] Também trouxe, de quebra, um adesivo ‘Eu amo Gatos’, do Reino D’almofada.

Saindo de lá, fui pegar o finalzinho da exposição Mulheres Reais no Palácio das Artes. Linda, claro. A exposição é divida em três módulos: no primeiro, são mostrados os trajes da realeza, e as mudanças que eles sofreram depois das grandes revoluções; no segundo, o foco é das vestes e dos hábitos das mulheres comuns negras ou brancas, escravas ou livres; no terceiro e último, a moda brasileira antiga é mostrada através da ótica de Debret, um estrangeiro, e de estilistas mineiros contemporâneos, como Ronaldo Fraga e Renato Loureiro.

Módulo I: O Teatro da Realeza

Não sei dizer do que eu gostei mais, mas, no módulo III, adorei o modelo da Mabel Magalhães – provavelmente por lembrar o figurino da Morte na versão do Takarazuka de Elisabeth de 1998 (Soragumi).

Por fim, quando eu já havia dado a noite por encerrada, peguei um táxi e voltei pra casa… pra chegar aqui e descobrir que esqueci a chave em algum lugar dessa cidade. Claro que não tinha ninguém em casa, afinal eu sou a queridinha de Murphy. Érica viajando, Marcos evaporou. Pra completar, eu continuo com a minha agenda telefônica limpa desde o episódio do sumiço do celular. E, mesmo que lembrasse do número de alguém, não adiantaria nada, já que a bateria desse aparelho fantástico que eu estou usando acaba quando você mais precisa.

Conclusão: fui tocar a campainha da síndica às 22:00 pra pedir pelamordedeus que arranjasse um jeito de me por pra dentro. Muitos minutos e dinheiros depois, eu resolvi subir o morrinho aqui do lado de joelhos em agradecimento aos chaveiros 24 horas.

Estou exausta e desconfio que vou ficar resfriada. Só pra variar.

Dia 27: Calling out sick (in real life)

Eu não aguento mais escrever que tô doente. Mas, né, como ontem eu tomei chuva voltando pra casa, obviamente a coisa não ficou muito boa hoje. Basicamente, não consegui sair da cama de manhã. Só me arrastei pra fora dela para avisar que não, não ia conseguir ir ao estágio hoje. Depois me arrastei pra cozinha pra comer qualquer coisa. E  em seguida me arrastei pro sofá, onde fiquei mofando o dia todo na frente da tv e do computador, praticando, como a Cumi diz, ‘ócio criativo’.

Ok, vamos admitir. De criativo não teve nada. Eu não estava conseguindo pensar, e bem que eu tentei ler várias coisas, mas era mais fácil assistir qualquer porcaria na tv. Então eu devo ter assistido a umas 25 séries de que nunca ouvi falar, entre elas, uma tal de Kath & Kim que, acredite, você nunca vai querer assistir.

Um dia tão produtivo não poderia terminar melhor: assistindo o programa da Luciana Gimenez. Teria passado em branco, eu até ignoraria o fato de ela ter fica amolando um cara random que estava lá pra tarar as modelos, não fosse o Ronaldo Ésper. Não é possível uma pessoa daquelas no mundo. Alguém pode, por favor, enfiar aquelas agulhas na garganta dele?

Grata.

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Update:

Obrigada, Kaká Marinho.

Dia 26: Um minuto de silêncio pela Cemig

Eu nunca vi um serviço tão ruim na minha vida. Mas não posso reclamar, né? Ano passado a gente ficava sete horas sem energia uma vez por semana. Agora diminuiu pra uma vez no semestre, e foram só cinco horas!

E já vi que essa semana é de Murphy, porque hoje eu tomei chuva voltando pra casa e continuo lindamente fanha.

No apagão, o Marcos e eu ficamos ouvindo Grease enquanto ele ainda tinha bateria no pc – já tinha gastado a minha havia tempos.

Dia 25: Ameba

E eu continuo um trapo humano. Se antes era o resfriado, agora são os remédios. Que merda é essa que a gente toma e de repente vira um protozoário tamanho família?!

E bem que eu queria poder dizer que eu estou aqui parasitando, mas não. Eu não fui à aula, mas fui religiosamente ao estágio, mesma hora, mesma medcaverna. Esperando obter um pouco de compreensão e “oh…! Você não pode falar, tadinha!” NOT! Eu falei mais do que nunca.

Acho que o desespero de ir pra casa é tanto que eu até encarei um passeio pela rodoviária pra comprar as passagens que eu não consegui comprar pela internet. Pelo menos disso eu estou livre. Mas é bom levantar logo, porque eu tenho um trabalho infernal e uma Segunda Guerra Mundial pra encarar essa semana.