Dia 81: Contagem regressiva

Totalmente sem cabeça pra escrever. Vocês não acreditariam o que foi meu dia. Só mais 16 dias.

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Dia 76: Dia agitadinho

Thomax est Amoureux. Aí a professora de Administração achou que seria engraçado nos torturar por uma hora e meia com um filme francês low budget. Não me levem a mal, a temática é interessante, mas… cara. Não. Com relação ao gênero, o IMDB o classifica como romance/drama/comédia, então fico satisfeita que pelo menos tenha cumprido uma de suas missões: me fez rir.

– A surrealidade do dia não diminuiu com o surto de uma das nossas colegas de turma. Sim, a própria. A situação não melhorou nada, e a verdade é que tem suscitado reações diversas. Boa parte da turma não sabe mais como agir e muita gente tem perdido a paciência – incluindo eu. A família parece não ligar, já que não fez nada até agora.

– Hoje também me dei conta de que certas amizades já foram mais longe do que deveriam ter ido. A falta de respeito impera, e meu medo é que na próxima piadinha inadequada eu acabe despejando todo o estresse acumulado durante esses dias. Eu sou do tipo que sempre deixa pra lá, mas quando fala, é pra machucar. Como boa ariana, sou ridiculamente impulsiva, o que não ajuda muito.

– Amanhã vamos apresentar o trabalho final de Administração, que nós fizemos a partir da empresa em que minha avó trabalha. Fico muito contente, porque eu cresci lá dentro vendo tudo, e é uma empresa que tem ligação também com Barretos. Impressionante como meus trabalhos atuais têm sido movidos pelo afeto e como isso me motiva. A única coisa que lamento é não termos tido mais tempo, pois o plano era de levar todo o grupo pra passear em Passos.

Dia 69: Ai, novembro demorado…

Pra falar a verdade, eu não tenho o que falar, nem estou com vontade. Acho que até o começo de dezembro o meu ritmo vai ser devagar, quase parando. Eu estou sentindo um misto de cansaço e estresse. Tenho tanta coisa pra fazer que nem sei por onde começar. Eu simplesmente chego em casa todo dia, sento aqui e faço nada. Sei que isso já está virando ladainha, mas fim de semestre é realmente uma lástima. Tanta coisa interessante pra fazer, coisas que normalmente me deixariam empolgadíssima, e eu não sinto a menor vontade.

Também estou putíssima com os Correios, que simplesmente entregaram uma encomenda minha para algum ser aleatório. E agora eu vou ter que passar por toda aquela burocracia filhadaputa pra dar em nada. Porque é isso: vai dar em nada.

Amanhã vou tentar me animar a ir à exposição Mulheres Reais, porque já está acabando e eu tenho só enrolado. Sexta também tem possível programa com o Hugo, que está tentando me convencer a ver Jogos Mortais VI, mas eu não me empolgo muito, especialmente porque não vi nenhum dos anteriores.

E sábado, claro, é dia de LuluzinhaCamp. Ei, blogueiras de BH, não se esqueçam de fazer a inscrição!

Dia 55: Sugira-me um mantra

Minha alimentação, embora agora consista em bem mais do que miojo com sardinha, ainda está mal das pernas.

Fim de semestre é algo enlouquecedor pra mim. Sempre quero matar todo mundo de formas lentas e dolorosas nos trabalhos em grupo. E sempre tem aquelas pilhas de trabalho que eu não fiz quando deveria ter feito. Junte a isso um estágio e você tem uma combinação fantástica de não-vida.

Viajei pra casa da minha avó no fim de semana, então obviamente não fui ao mercado. Conclusão: geladeira vazia. Quer dizer, não está vazia. Tem comida de gente grande, mas comida de gente grande leva tempo pra fazer. Um tempo que nenhum estudante apavorado em fim de semestre tem. É por isso que aquelas porcarias que a gente come e que minha mãe chama de bucha são chamadas de comida de estudante. Porque três minutos é o único tempo que você tem entre um capítulo e outro da prova de amanhã.

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Ainda vou falar muito da minha vontade de dar uns socos nos meus amigos pelos próximos dias. Amigos, amigos; trabalhos à parte. É a única forma de extravasar e continuar amando-os no ano que vem.

Preciso comprar um saco de areia.