Dia 91: Cemig pouca é bobagem!

Então, né, como se não bastasse as nove horas que a Cemig nos deu de vida rústica na quarta-feira, ela resolveu que seria bacana nos deixar sem luz ontem de novo. Porque dois dias seguidos é legal. A Cemig gosta de quebrar recordes: uma vez por semana estava ficando pouco. Muito mais divertido falir o comércio da região.

Aí que minha sorte vocês já conhecem, né? Uma Cemig nunca vem sozinha. Então hoje de manhã, indo feliz e saltitante pro meu último dia de aula (QUASE-FÉRIAS!), eu tomei um belo tombo e, numa tentativa terrivelmente inútil de não cair de bunda no barro, torci minha querida mãozinha. Estou uma mumiazinha de tão enfaixada. Mas já tá bom, né? Pelo menos eu já me acostumei a digitar pateando sem gastar dez minutos em cada frase. Aliás, agora eu  sei digitar só com o indicador.

Faltam 7 dias!

Dia 86: (Ex-)Feriadão

Os dias por aqui andam bem chuvosos – o que muito agradeço. Depois de semanas de calor insuportável, a chuva e o frio leve são mais do que bem-vindos.

Terça-feira é feriado em Belo Horizonte – não me perguntem – e amanhã é recesso. Eu passei a semana passada toda comemorando os meus quatro dias de hibernação. Claro que Murphy resolveu ser legal. Na sexta-feira, minha chefe pediu pra que eu fosse à faculdade amanhã pra revisar meu serviço. Só aceitei porque tenho apenas mais duas semanas de estágio lá, então é justo.

Amanhã também preciso dar jeito de ‘virar’ um presente pra minha amiga secreta de terça-feira. E outro para o amigo-secreto do BSF.

Depois, em casa, é a vez de dar prosseguimento ao trabalho da FEB. Semana final. Ainda bem que parece que a coisa está correndo em um ritmo bom.

Bom feriadão pra quem pode.

Faltam 12 dias.

Dia 72: LuluzinhaCamp e outras coisas

Dia cheio. Hoje aconteceu a 2ª edição do #LuluzinhaCamp em BH.

Foi ótimo! Conheci gente com quem conversava há séculos e não sabia quem era. Outras que eu lia e não sabia que eram daqui. E mais um tanto de blogueiras novas que eu vou passar a ler.

O garçom que nos atendeu entrou na brincadeira e foi simpaticíssimo, mas imagino as altas coisas que devem estar passando pela cabeça dela agora, depois de ter ouvido os assuntos que saíram por lá.

Antes de eu vir embora – porque, se bobear, elas estão lá até agora -, houve ainda um sorteio de brindes, que foi o máximo. Eu ganhei a graphic novel Mas ele diz que me ama, que a Cynthia levou. [Pras meninas que estavam pedindo scans das obras, achei o download desta aqui.] Também trouxe, de quebra, um adesivo ‘Eu amo Gatos’, do Reino D’almofada.

Saindo de lá, fui pegar o finalzinho da exposição Mulheres Reais no Palácio das Artes. Linda, claro. A exposição é divida em três módulos: no primeiro, são mostrados os trajes da realeza, e as mudanças que eles sofreram depois das grandes revoluções; no segundo, o foco é das vestes e dos hábitos das mulheres comuns negras ou brancas, escravas ou livres; no terceiro e último, a moda brasileira antiga é mostrada através da ótica de Debret, um estrangeiro, e de estilistas mineiros contemporâneos, como Ronaldo Fraga e Renato Loureiro.

Módulo I: O Teatro da Realeza

Não sei dizer do que eu gostei mais, mas, no módulo III, adorei o modelo da Mabel Magalhães – provavelmente por lembrar o figurino da Morte na versão do Takarazuka de Elisabeth de 1998 (Soragumi).

Por fim, quando eu já havia dado a noite por encerrada, peguei um táxi e voltei pra casa… pra chegar aqui e descobrir que esqueci a chave em algum lugar dessa cidade. Claro que não tinha ninguém em casa, afinal eu sou a queridinha de Murphy. Érica viajando, Marcos evaporou. Pra completar, eu continuo com a minha agenda telefônica limpa desde o episódio do sumiço do celular. E, mesmo que lembrasse do número de alguém, não adiantaria nada, já que a bateria desse aparelho fantástico que eu estou usando acaba quando você mais precisa.

Conclusão: fui tocar a campainha da síndica às 22:00 pra pedir pelamordedeus que arranjasse um jeito de me por pra dentro. Muitos minutos e dinheiros depois, eu resolvi subir o morrinho aqui do lado de joelhos em agradecimento aos chaveiros 24 horas.

Estou exausta e desconfio que vou ficar resfriada. Só pra variar.