Dia 159: TIJUCA! TANANAM!

E a felicidade do dia vai para aaaaaa…

TIJUCA!

Apesar de todo o protesto do Hugo, a minha queridinha do ano venceu! Depois que a Gaviões conseguiu um fiasco de quinto lugar, eu estava precisando dessa.

Juro que não achava que a Tijuca fosse ganhar. Na noite do desfile, comentei com algumas pessoas no Twitter. Existe toda uma babação de ovo em torno de certas escolas mais populares, e vejo gente elogiando as escolas só porque elas têm nome. E é o caso da Beija-Flor, por exemplo, que ganha, tipo assim, TODO ANO! Tá, eu adoro uma hipérbole, mas é quase isso, mesmo. Desde 1998, ela ganhou seis vezes e foi vice outras cinco. Quer dizer, em treze anos, ela só não ganhou primeiro ou segundo lugar… duas vezes.

Ela é boa? É. Mas não é a única. É o que eu falo sobre a babação. Ficam venerando uma ou duas escolas eternamente. Troquem o disco, gente! Viu, Globo? Dez anos de Beija-Flor no BBB é FAIL.

Enfim, voltando para a Tijuca. Eu não tenho escola no Rio, então fico livre pra torcer por qualquer uma. E esse ano a Unidos caiu nas minhas graças. Primeiro, porque quando olhei a comissão de frente e já pensei: “Olha, Takarazuka!” Haha. Aí vi que não era um simples Takarazuka ‘hétero’! Era um Takarazuka hétero COM MÁGICA! Ah, Paulo Barros, me ensina?

Aí o desfile foi evoluindo e mostrando coisas ótimas, até chegar na bateria e me ganhar de vez! Não resisti aos mafiosos, às metralhadoras falsas e ao carro. Vejam só, a Tijuca conseguiu salvar até a Galisteu! Merece dois prêmios.

Em segundo lugar, veio a Grande Rio, que eu também gostei por causa – de novo – da bateria. E da madrinha dela. Oi, Paola, te amo, tá?

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Dia 154: Da série ‘Gente que deveria ser queimada em praça pública’: John Mayer

Aviso: Boca suja adiante. E não, não vou me controlar. Vou xingar tudo nessa porra!

PLAYBOY: Do black women throw themselves at you?

MAYER: I don’t think I open myself to it. My dick is sort of like a white supremacist. I’ve got a Benetton heart and a fuckin’ David Duke cock. I’m going to start dating separately from my dick.

Músico tentando ser cool: FAIL. Mayer, se seu pinto é o David Duke, te aconselho fortemente a colocá-lo num triturador. Sua cabeça em seguida.

Quase tão ridícula quanto a declaração foi o pseudo pedido de desculpas.

Tudo via Feministing e @denisearcoverde. Vale a pena ler o artigo todo.

P.S.: Putaqueopariu, eu ainda não consigo assimilar a ideia de alguém associando o próprio pênis à Ku Klux Klan. Puzo, retiro o que eu disse. Pinto por pinto, prefiro o do Sonny.

Dia 151: Alguns filmes que andei vendo…

…e gostei. Dica: ignorem os títulos.

O Leitor

Dispensa apresentações. Foi nomeado para 5 cinco Oscars em 2009, dos quais levou o de Melhor Atriz (Kate Winslet).

Na Alemanha pós-2ª Guerra Mundial o adolescente Michael Berg (David Kross) se envolve, por acaso, com Hanna Schmitz (Kate Winslet), uma mulher que tem o dobro de sua idade. Apesar das diferenças de classe, os dois se apaixonam e vivem uma bonita história de amor. Até que um dia Hanna desaparece misteriosamente. Oito anos se passam e Berg, então um interessado estudante de Direito, se surpreende ao reencontrar seu passado de adolescente quando acompanhava um polêmico julgamento por crimes de guerra cometidos pelos nazistas.

[Adoro Cinema]

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Amor Verdadeiro

Inge (Elizabeth Reaser) veio de Minnesota para um casamento arranjado com Olaf (Tim Guinee), um discreto fazendeiro que imigrou da Noruega. Como é alemã Inge enfrenta um forte preconceito local, decorrente do clima pós-1ª Guerra Mundial, e com isso o pastor proíbe seu casamento. Apesar dos problemas, Inge e Olaf se apaixonam perdidamente. Quando Frandsen (Alan Cumming) tem sua fazenda ameaçada por um banqueiro Olaf decide ajudá-lo, reunindo em torno de si a comunidade local.

[Adoro Cinema]

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Para o Resto de Nossas Vidas

Há 10 anos atrás eles foram amigos na Universidade de Cambridge e agora Peter Norton (Stephen Fry) herdou do seu finado pai o título de lorde e uma mansão espetacular. Assim, ele convida seus amigos para uma reunião. Entre os convidados estão Andrew (Kenneth Branagh), que foi para Hollywood e se casou com Carol (Rita Rudner), a estrela de uma comédia americana que ele está escrevendo. Há a solitária Maggie (Emma Thompson), que pensa que pode estar apaixonada por Peter, que por sua vez está muito inseguro sobre o que fazer da sua vida. Além deles há Roger (Hugh Laurie) e Mary (Imelda Staunton), um casal que ganhou uma fortuna fazendo jingles para comerciais, mas desde a morte de um dos seus gêmeos Mary está temendo muito pela vida da outra criança. Há também Sarah (Alphonsia Emmanuel), uma solteira que sempre se sente atraída por homens indisponíveis, incluindo seu último namorado, Brian (Tony Slattery), que é casado. Também presente está Vera (Phyllida Law), que toma conta de Peter desde sua infância. Durante este final de semana são revelados ciúmes e medos entre os convidados, mas Peter revelará um segredo dele que deixará insignificante todos os outros problemas.

[Adoro Cinema]

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Dia 146: Nostalgia

No primeiro semestre de 2008, quando eu me mudei pra Belo Horizonte, sem conhecer ninguém e morrendo de medo de me arrepender, fui parar numa pensão feminina. Com mais dez meninas.

Tinha absolutamente tudo pra dar errado. Pensões são difíceis, cheias de regras e de pessoas com quem a gente nem sempre está afim de conviver. E, quando fui ver a casa pela primeira vez, conheci uma inglesa de ascendência indiana que me encarou com cara de poucos amigos.

E, no, entanto, foi uma das melhores épocas da minha vida. A inglesinha estava, naquela época, muito puta com qualquer pessoa que fosse ‘tomar o lugar’ da melhor amiga dela na pensão, uma outra indoinglesa que estava indo completar o intercâmbio na Alemanha. No fim, ela foi a pessoa com quem eu mais me apeguei.

Seis meses de felicidade depois, tudo acabou. Quatro das meninas, as estrangeiras, nós já esperávamos que fossem embora, mesmo. Mas uma confusão que começou pequena e terminou arrasadora pôs todo mundo pra fora de lá, cada uma prum canto. Todas tiveram os destinos mais diversos nesse último um ano e meio, e infelizmente é muito difícil juntar todo mundo agora.

Fiquei muito, muito mal quando todo mundo foi embora. Especialmente a Anika, a inglesa. Aquela era minha turma de BH e, de repente, eu não tinha (quase) mais ninguém.

Durante todo o semestre em que estivemos juntas, eu assisti à primeira temporada de HachiKuro. Quando finalmente acabei de ver, as meninas foram embora. E eu acabei associando a música do fim, Warutsu (do Suneohair) a elas. A música em si não faz muito sentido, mas acho que associei porque identifiquei a turma de HachiKuro com a minha. E agora toda vez que eu ouço bate a nostalgia. Saudades do que não volta.

Dia 141: Ievan Polkka

Todo mundo já deve ter ouvido essa musiquinha por aí, em algum flash inútil. É a Ievan Polkka, uma música tradicional finlandesa. É um vício. Você ouve e não consegue tirar da cabeça nunca mais.

Ela fala de uma menina que fugiu de casa à noite pra ir a um baile, onde conheceu um rapaz. Enfim, é bem bacana e é fácil encontrar a letra por aí.

Aí eu mostrei pra minha vó e pronto! Toda hora ela quer ouvir E QUER QUE EU CANTE, COMOFAS//

E agora ela não pode ouvir uma música japonesa que já acha que é finlandês. Não pergunte.

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Nota: Eu vejo direto o pessoal escrevendo ‘Leva’s Polka’. Não é Leva, é Ievan. Acho que todo mundo confunde o i com l. Mas o caso é que ‘Ievan’ é o nome dela, um equivalente de ‘Eva’. Ievan Polkka = Polca de Eva.