Revolutionary Girl Utena

Acabei de rever ‘Utena’. E minha opinião permanece a mesma. Que anime foda! Já falei dele um milhão de vezes, mas nunca é demais.

Fico sempre meio assim de recomendar, porque, pra quem não curte animação e/ou não vai preparado para a enxurrada de metáforas, pode ser difícil persistir. Porque os dois primeiros ciclos são um pouco repetitivos – no formato – e parecem não levar a lugar algum. É só a partir do terceiro, com a entrada do Akio, que as coisas começam a fazer sentido, atingindo o clímax nos oito últimos episódios.

Não me atrevo a tentar resumir. Pra quem não se importar com possíveis spoilers, fica aqui o site da Valéria. Amanhã ou depois vou assistir o movie – esse, sim, inédito pra mim – e posto minhas impressões em seguida. Por hora, fiquem com o anime.


“Once upon a time, many years ago, there was a little princess, and she was very sad, for her mother and father had died. Before the princess appeared a traveling prince, riding upon a white horse. He had a regal bearing and a kind smile. The prince wrapped the princess in a rose-scented embrace and gently wiped the tears from her eyes.

‘Little one,’ he said, ‘who bears up alone in such deep sorrow, never lose that strength or nobility, even when you grow up. I give you this to remember this day. We will meet again. This ring will lead you to me one day.’ Perhaps the ring the prince gave her was an engagement ring.

This was all well and good, but so impressed was she by him that the princess vowed to become a prince herself one day. But was that really such a good idea?”

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Dia 119: Aoi Hana

Aoi Hana é, definitivamente, um dos meus mangás top five. Traços impecáveis, tema delicado abordado de maneira sensível e ar mais cotidiano. É um mangá sobre uma garota lésbica que reencontra uma amiga de infância. As duas relembram suas histórias e recomeçam sua amizade. Não, elas não são apaixonadas uma pela outra; fica implícito (por default) que a Akira, a tal amiga de infância, é hétero.

O anime não fica nada atrás. Eu quase sempre prefiro o mangá, mas aqui é fifty-fifty. Os dois são bons. Eu assisti ao último episódio hoje. Com certeza vou pegar o mangá pra reler.

Não é muito conhecido no Brasil. Quem conhece geralmente é fanático por anime e/ou do meio LGBT. Nos Estados Unidos, foi lançado com o nome ‘Sweet Blue Flowers’ (‘aoi hana’ – 青い花 – significa ‘flor/es azul/is).

Embora o anime já tenha terminado, com 11 episódios, o mangá ainda está em andamento. Ambos totalmente recomendáveis.